GRANDE REPORTAGEM: Golfe conquista mulheres cariocas
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A médica Anna Christina Willemsens:
ela passou a lua de mel em um campo de golfe
Swing, tacadas, estratégia e nada de musculação ou pilates. Mulheres d...
Estudo: o que não sabia sobre o sexo das lulas
Posted on 9/21/2011 by UNITED PHOTO PRESS
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| Monterey Bay Aquarium Research Institute |
Ao que tudo indica, no que diz respeito ao sexo entre lulas, o género não importa. Um estudo norte-americano sugere que os machos da espécieoctopoteuthis deletron não conseguem distinguir as fêmeas dos outros machos.
Filmagens subaquáticas produzidas pela equipa de biólogos do instituto de pesquisa do Monterrey Bay Aquarium, na Califórnia, parecem indicar que a espécie de lulas octopoteuthis deletron não faz distinção entre géneros e os machos acabam por acasalar tanto com fêmeas como com outros machos.
As conclusões do estudo, publicadas no jornal científico "Biology Letters", referem que evidências de esperma implantado nos mesmos locais dos corpos dos machos e nas fêmeas indicam a dificuldade de distinção entre os dois géneros, até pelos próprios machos da espécie octopoteuthis deletron, que acabam por ter relações sexuais com outros machos.
As condições escuras do habitat, a semelhança física entre machos e fêmeas, praticamente indistinguíveis, e a dificuldade em encontrar outras lulas da mesma espécie são as justificações apresentadas pelos investigadores para que os octopoteuthis deletron não façam distinção entre género na hora de acasalar.
A equipa filmou a espécie de lulas a uma profundidade compreendida entre os 400 e os 800 metros, de 1992 a 2011, ao longo da costa da Califórnia.
As conclusões do estudo, publicadas no jornal científico "Biology Letters", referem que evidências de esperma implantado nos mesmos locais dos corpos dos machos e nas fêmeas indicam a dificuldade de distinção entre os dois géneros, até pelos próprios machos da espécie octopoteuthis deletron, que acabam por ter relações sexuais com outros machos.
As condições escuras do habitat, a semelhança física entre machos e fêmeas, praticamente indistinguíveis, e a dificuldade em encontrar outras lulas da mesma espécie são as justificações apresentadas pelos investigadores para que os octopoteuthis deletron não façam distinção entre género na hora de acasalar.
A equipa filmou a espécie de lulas a uma profundidade compreendida entre os 400 e os 800 metros, de 1992 a 2011, ao longo da costa da Califórnia.
Comportamento pode ser estratégia de sobrevivência
Muitas espécies de lulas têm um curto período de vida e, consequentemente, um período reprodutivo breve.
De acordo com o estudo, os potenciais parceiros sexuais das lulas octopoteuthis deletron são poucos e podem estar separados por distâncias consideráveis. Desta forma, acasalar com espécimes do mesmo género pode ser uma estratégia para maximizar o sucesso da reprodução, inseminando indiscriminadamente machos e fêmeas.
Das 108 lulas filmadas, 15 ainda não eram adultas e em 54 casos foi impossível determinar a idade e o género dos animais. Num total de 19 fêmeas, dez apresentavam indícios de esperma, também presentes em nove dos 20 machos analisados.
De acordo com o estudo, os potenciais parceiros sexuais das lulas octopoteuthis deletron são poucos e podem estar separados por distâncias consideráveis. Desta forma, acasalar com espécimes do mesmo género pode ser uma estratégia para maximizar o sucesso da reprodução, inseminando indiscriminadamente machos e fêmeas.
Das 108 lulas filmadas, 15 ainda não eram adultas e em 54 casos foi impossível determinar a idade e o género dos animais. Num total de 19 fêmeas, dez apresentavam indícios de esperma, também presentes em nove dos 20 machos analisados.
